
A alta taxa de divórcio que se vem verificando nas nossas sociedades actuais é frequentemente alvo das mais diversas teorias e hipóteses mas continuo a achar que tudo gira à volta da economia e que quanto mais instável e precária a economia do país for, mais alta será a taxa de divórcio. Passo a explicar: Hoje em dia torna-se quase impossível a uma pessoa só conseguir comprar casa ou apartamento por isso muitas vezes essas pessoas, jovens na sua maioria, vêem-se “forçados” a casar com alguém para, em conjunto, conseguirem comprar uma habitação. Contudo, dada esta “pressa em casar”, posteriormente esses casais instáveis começam a ter os seus problemas que irão culminar no consequente divórcio, com todas as contrariedades que existem.
Se a economia fosse favorável, muitas pessoas poderiam comprar o seu espaço para poderem viver sem recorrerem ao casamento como forma de dividir custos, pelo que havendo menos casamentos, haveria menor taxa de divórcio. Por isso faço um apelo a todos os responsáveis económicos do país, elevem o ordenado mínimo para os 750 euros, e para os bancos peço que estes cobrem menos juros relativos a empréstimos.
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